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Primeira Cruzada (1096-1099)

A Primeira Cruzada foi proclamada em 1095 pelo papa Urbano II com o objetivo duplo de auxiliar os cristãos ortodoxos do leste e libertar Jerusalém e a Terra Santa do jugo muçulmano. Na verdade, não foi um único movimento, mas um conjunto de ações bélicas de inspiração religiosa, que incluiu a Cruzada Popular, a Cruzada dos Nobres, a Cruzada Germânica e a Cruzada de 1101.

Rota dos líderes da primeira cruzada, por William Shepherd, Atlas Histórico, 1911.

Segunda Cruzada (1147-1149)

A Segunda Cruzada foi uma ação bélica dos cristãos do Ocidente, parte do movimento das cruzadas, em resposta ao pedido de ajuda dos estados cruzados no Levante, atacados pelos seus inimigos muçulmanos.

Em 1145 é pregada uma nova cruzada por Eugénio III e São Bernardo.

Terceira Cruzada (1189-1192)


A morte de Frederico Barbaruiva, de Gustave Doré (1832-1883)


Quarta Cruzada (1202-1204)

A Quarta Cruzada (1202-1204) foi denominada também de Cruzada Comercial, por ter sido desviada de seu intuito original pelo doge (duque) Dândolo, de Veneza, que levou os cristãos a saquear Zara (atual Zadar, na Croácia) e Constantinopla, onde foi fundado o Império Latino, fazendo com que o abismo entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa se estabelecesse definitivamente. A quarta cruzada desviou-se tanto dos propósitos originais de libertar Jerusalém dos turcos otomanos que questiona-se se foi verdadeiramente uma cruzada.

Cruzada Albigense

No pontificado de Papa Inocêncio III, que começa em 1098, a Igreja Católica viu a divulgação de uma nova "heresia", a dos Cátaros ou Catarismo, (do grego καϑαρός [katharós], "puro") - que pretendiam uma absoluta pureza de costumes

Cruzada das Crianças (1212)

A Cruzada das Crianças ou a Cruzada dos Inocentes é o nome dado a um conjunto de factos misturado com algumas fantasias que ocorreram no ano de 1212. Dessa combinação resultaram vários relatos com vários elementos em comum: um rapaz conduzindo um vasto grupo de crianças e jovens menores de idade marchando para o sul da Itália com o objectivo de libertar a Terra Santa (Jerusalém) e que culminam com a morte das crianças ou a sua venda para a escravatura (foram vendidas como escravos quando desembarcaram em Alexandria). Existem várias versões divergentes e os próprios factos que deram origem às lendas continuam a ser debatidos pelos historiadores.

Quinta Cruzada (1217-1221)

A Quinta Cruzada (1217-1221), também da iniciativa de Inocêncio III, que a propõe em 1215 no quarto Concílio de Latrão, mas somente posta em prática por Honório III, seu sucessor no trono de São Pedro. O papado havia também contribuído para desacreditar o ideal das cruzadas, quando delas se valeu para esmagar os cristãos heterodoxos do sul da França. Mesmo assim, o papa Honório III conseguiu adesões para uma nova expedição.

Sexta Cruzada (1228-1229)

A Sexta Cruzada (1228-1229), lançada em 1227 pelo imperador do Sacro Império Frederico II de Hohenstauffen, que tinha sido excomungado pelo Papa, só no ano seguinte ganharia forma.

Sétima Cruzada (1248-1250)

Após o fim dos dez anos da trégua de 1229 (assinada durante a Sexta Cruzada), uma expedição militar cristã, com poucos homens e poucos recursos, liderada por Ricardo de Cornualha e Teobaldo IV de Champanhe, encaminhou-se para a Terra Santa, a fim de reforçar a presença cristã nos lugares santos. Não pôde impedir, entretanto, que, em 1244, Jerusalém caísse nas mãos dos turcos muçulmanos. No ano seguinte dava-se o desastre de Gaza.

Luís IX (São Luiz) liderando os cruzados no ataque à Damietta, no EgitoFoi liderada pelo rei da França

Oitava Cruzada (1270)

Em 1265, os egípcios da dinastia mameluca tomaram Cesaréia, Haifa e Arsuf; em 1266, ocuparam a Galiléia e parte da Armênia e, em 1268, conquistaram Antioquia. O Oriente Médio vivia uma época de anarquia entre as ordens religiosas que deveriam defendê-lo, bem como entre comerciantes genoveses e venezianos.

Também foi liderada pelo rei francês Luís IX.

Nona Cruzada

A Nona Cruzada é, muitas vezes, considerada como parte da Oitava Cruzada.

Alguns meses depois da Oitava Cruzada, o príncipe Eduardo da Inglaterra, depois Eduardo I, comandou os seus seguidores até Acre embora sem resultados.

Alguns meses depois, o príncipe Eduardo da Inglaterra, depois Eduardo I, comandou os seus seguidores até Acre embora sem resultados.